
O modelo de transparência adotado em Mato Grosso do Sul durante os oito anos de gestão de Reinaldo Azambuja é uma das experiências que o candidato ao Senado pelo PL pretende levar para Brasília.
A proposta busca ampliar o controle da população sobre gastos, obras e investimentos públicos por meio do acesso às informações e do uso de tecnologia.
“A transparência é um compromisso e uma ferramenta de incentivo à população para que participe ativamente da gestão. Hoje o controle dos gastos públicos passa por busca de mais eficiência, com uso de tecnologia de informação para diminuir gastos e desperdícios com a máquina pública”, afirmou Reinaldo.
Durante sua passagem pelo Governo de Mato Grosso do Sul, o Estado saiu de 1,4 ponto, registrado em 2015, para a nota máxima, 10, na avaliação da Rede de Controle da Gestão Pública. A pontuação máxima foi alcançada em 2016 e repetida no ano seguinte.
Na época, a Rede de Controle reunia 16 instituições, entre elas a AGU (Advocacia-Geral da União), a CGU (Controladoria-Geral da União), o Ministério Público Estadual, a Polícia Federal e o TCU (Tribunal de Contas da União). A avaliação considerava mecanismos de acesso às informações e publicidade dos atos do poder público.
Além do Portal da Transparência, a administração estadual ampliou ferramentas como o e-SIC (Serviço de Informação ao Cidadão) e o e-OUV (sistema eletrônico de Ouvidoria). Em dezembro de 2016, Reinaldo sancionou ainda a lei que criou a CGE (Controladoria-Geral do Estado), responsável por auditoria, corregedoria, ouvidoria e transparência no Executivo estadual.
Antes de chegar ao Governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo foi prefeito de Maracaju por dois mandatos e também adotou mecanismos para ampliar a divulgação de receitas e despesas do município.
Para o candidato, a experiência pode ser aplicada em âmbito nacional, especialmente no combate à corrupção e no acompanhamento da aplicação dos recursos públicos.
“A população brasileira tem um grande anseio que é o combate à corrupção e isso só pode ser feito por meio da transparência. Ela permite a participação social, fornece dados para acompanhamento de gastos de obras e torna público o que assim deveria ser. O cidadão tem direito de ter informação, de saber como é gasto o dinheiro dos impostos que todos pagamos, e isso eu vou defender no Senado”, declarou.
Reinaldo também defende o uso de ferramentas tecnológicas para facilitar o acompanhamento de obras, despesas e investimentos realizados pelo poder público.
Fiscalização
A importância dos mecanismos de acesso à informação para o controle social também é destacada pelo diretor financeiro da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul), Fábio Nogueira. Segundo ele, essas ferramentas permitem que a sociedade acompanhe a aplicação dos recursos e cobre resultados dos gestores.
Candidato ao Senado pelo número 222, Reinaldo integra a coligação “Fazendo o Futuro Acontecer”. A candidatura está registrada para as eleições de 2026.



