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Causa Animal: Projeto Caramelo atinge a marca de 58 consultas e 18 adoções em menos de dois meses de operação em Costa Rica

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Uma das políticas públicas mais inovadoras de proteção aos animais e de saúde pública na Região Norte do Estado começou a apresentar resultados expressivos. Inaugurado em 4 de maio de 2026, o Projeto Caramelo – Centro de Apoio à Causa Animal, idealizado pela Prefeitura de Costa Rica por meio da Secretaria de Saúde (SMS) e da Vigilância Sanitária, consolidou seu primeiro balanço oficial de produtividade.

O espaço opera na Avenida Sebastião Paes Ananias em parceria direta com a iniciativa privada, ONGs locais e protetores independentes cadastrados, focando no atendimento de cães e gatos em situação de abandono ou vulnerabilidade extrema.

Radiografia dos Primeiros Dois Meses de Atendimento

O fluxo de trabalho do Centro de Apoio foi desenhado para atuar em três frentes: clínica, cirúrgica e de reinserção familiar. Os indicadores do período apontam:

  • 58 Consultas Veterinárias: Realização de exames clínicos, diagnósticos precoces de zoonoses, tratamentos de infecções e curativos em animais resgatados pelas redes de apoio;

  • 10 Cirurgias Realizadas: Intervenções cirúrgicas essenciais e procedimentos de castração programada, focando no controle populacional e na redução da reprodução descontrolada nas ruas;

  • 18 Adoções Responsáveis: Animais que passaram por triagem, tratamento, microchipagem/recuperação e foram encaminhados para novos lares sob o selo de guarda responsável.

O Conceito de Saúde Única e o Apoio aos Protetores

O secretário municipal de Saúde, Daniel Rayckson Lemos Santos, defendeu que o Projeto Caramelo materializa na prática o conceito internacional de Saúde Única (interligação mútua entre a saúde animal, humana e a preservação ambiental). Ao tratar parasitas, sarnas e viroses dos animais de rua, o município previne diretamente a transmissão de doenças para a população humana.

O projeto também funciona como uma espécie de “hospital de retaguarda” para os protetores independentes da cidade, que antes precisavam arcar sozinhos com consultas e cirurgias particulares de alto custo para os animais que resgatavam nas calçadas.

Imagem: Silvestre de Castro

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