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André Mendonça recebe relatório da PF nesta segunda para definir rumos da investigação

Ministro assumiu relatoria recentemente e já autorizou perícia em 100 dispositivos eletrônicos; sigilo foi reduzido para nível III para facilitar fluxo de trabalho.

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BRASÍLIA – A reunião presencial serve para que a Polícia Federal entregue um relatório minucioso sobre os avanços da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Desde que substituiu o ministro Dias Toffoli na relatoria em 12 de fevereiro, Mendonça tem tomado decisões que visam desburocratizar o trabalho investigativo.

 O que muda com a nova relatoria?

Diferente da gestão anterior do processo, André Mendonça estabeleceu novas diretrizes para a PF:

  1. Autonomia para Perícias: A PF agora tem autorização para adotar o fluxo ordinário na análise de cerca de 100 dispositivos eletrônicos apreendidos, sem a necessidade de validações constantes para cada etapa técnica.

  2. Diligências Diretas: O ministro permitiu que a PF realize oitivas de investigados e testemunhas sem depender de autorização judicial prévia para cada ato, desde que respeitados os limites legais.

  3. Custódia do Material: Todo o material apreendido ficará sob a guarda direta da Polícia Federal, otimizando o planejamento operacional.

  4. Redução do Sigilo: O sigilo dos autos passou do nível máximo para o Nível III. Essa mudança, embora mantenha o processo fechado ao público, permite uma distribuição técnica mais eficiente entre os peritos habilitados.

 Entenda a Operação Compliance Zero

A investigação foca em um suposto esquema de fraudes financeiras. A PF alegou ao STF que a complexidade do material apreendido exigia uma distribuição de tarefas baseada em critérios administrativos e técnicos, pedido que foi prontamente atendido por Mendonça para evitar o represamento das provas.


 Resumo da Atuação do STF no Caso:

Relator Atual Início da Relatoria Status do Sigilo Foco das Medidas
André Mendonça 12 de Fevereiro de 2026 Nível III (Padrão) Autonomia pericial e agilidade investigativa.

Imagem: Divulgação

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