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MS foca em concursos modernos, “órgãos verdes” e novo censo imobiliário

Secretaria de Administração (SAD) detalha metas para o ano, incluindo a digitalização de processos de compras e o cuidado preventivo com a saúde do servidor público.

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CAMPO GRANDE – O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou as metas da Secretaria de Estado de Administração (SAD) para o ciclo de 2026. O plano, definido via contrato de gestão, coloca a tecnologia, a sustentabilidade e a valorização do capital humano como os pilares para modernizar a máquina pública estadual.

Para o secretário da pasta, Frederico Felini, o foco é a transversalidade: “O contrato abrange todas as nossas áreas, com atenção especial à inovação nas compras públicas e na integração entre as secretarias”, explicou.

1. Valorização e Saúde do Servidor

Um dos pontos centrais do planejamento é a gestão de pessoas. A SAD se comprometeu a:

  • Saúde do Servidor: Implementar um cuidado especial focado na prevenção e no mapeamento de processos de RH.

  • Concursos Públicos: Modernizar o setor de processos seletivos para torná-los mais ágeis e tecnológicos.

  • Capacitação: Através da Escola Gov, intensificar a formação técnica do funcionalismo.

2. Patrimônio e Censo Imobiliário

O Estado quer saber exatamente o que possui para gerir melhor. Felini destacou a continuidade do Censo Imobiliário, que realiza a avaliação dos imóveis estaduais. O objetivo é propor uma alteração legislativa que permita uma nova política pública para o patrimônio imobiliário de MS, possivelmente facilitando vendas ou concessões de áreas subutilizadas.

3. Sustentabilidade: O “Governo Verde”

A SAD será a líder da política de sustentabilidade em 2026. Após um diagnóstico realizado no ano passado, a meta agora é a execução prática:

  • Diagnóstico Implementado: Transformar as repartições públicas em “órgãos verdes”.

  • Compras Sustentáveis: Priorizar critérios ecológicos na aquisição de materiais e serviços para o Estado.

4. Agilidade nas Compras Públicas

O secretário-executivo de Gestão Estratégica, Thaner Nogueira, pontuou que 2026 tem um “tom de fechamento” e consolidação. A ambição é dar rapidez aos processos de compras por meio de um novo sistema gerencial que permite enxergar os números do Estado em tempo real, evitando desperdícios e otimizando o orçamento.

“Temos a ambição de dar mais agilidade para os processos, com a melhoria da organização das rotinas de trabalho e a consolidação da agenda de sustentabilidade”, afirmou Thaner.


O que muda para o cidadão?

Embora o PDM seja voltado à gestão interna, o impacto chega na ponta:

  • Menos burocracia: Compras mais rápidas significam serviços (como saúde e educação) melhor abastecidos.

  • Concursos transparentes: Modernização nos certames garante maior lisura e rapidez nas convocações.

  • Responsabilidade fiscal: Uma melhor gestão do patrimônio imobiliário gera economia aos cofres públicos.

Imagem: Divulgação

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