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Governo intensifica mutirões para emitir a Nova Carteira de Identidade; acamados podem pedir atendimento em domicílio

Já foram emitidos 650 mil novos documentos em MS. Ação foca agora em quem tem dificuldade de locomoção e moradores de áreas rurais.

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O Governo do Estado, através da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), decidiu mudar a estratégia para garantir que todos os sul-mato-grossenses tenham a CIN (Carteira de Identidade Nacional). Em vez de apenas esperar o cidadão ir ao posto, a Polícia Científica está indo até a população.

Os Números da Identificação: O balanço divulgado hoje mostra uma operação de guerra. Desde janeiro de 2024, Mato Grosso do Sul já emitiu 651.247 novas identidades. Só no ano passado (2025), foram realizados 130 mutirões itinerantes, focados em quem vive longe dos centros urbanos: comunidades ribeirinhas, quilombolas e aldeias indígenas. Nessas ações volantes, 10 mil pessoas que talvez nunca tivessem o documento, foram atendidas.

Inclusão na Prática (Dados Importantes): O novo documento não é apenas um papel. Ele garante direitos. O diretor do Instituto de Identificação, Daniel Ferreira Freitas, destacou que a emissão prioriza a inclusão. Veja os dados:

  • Já foram emitidas 3.931 carteiras com o símbolo do TEA (Transtorno do Espectro Autista).

  • Outras 5.469 carteiras foram feitas para pessoas com deficiências diversas. Isso facilita a vida dessas famílias na hora de conseguir prioridade em filas e benefícios sociais.

Serviço Exclusivo (Atenção Ouvinte): Aqui está a informação mais importante para quem tem idosos ou doentes em casa. O Instituto de Identificação confirmou que realiza atendimento domiciliar.

  • Quem tem direito: Pessoas acamadas, hospitalizadas ou com severa dificuldade de locomoção.

  • Como pedir: O familiar deve ir ao posto de identificação mais próximo (MS tem 93 postos) e solicitar a visita técnica. Um perito papiloscopista vai até a residência ou hospital coletar as digitais e a foto. O perito Rodrigo Rosa, que atua nessas visitas, resumiu o sentimento: “Servir à população é mais do que um dever, é um compromisso humano. Fui criado pela minha avó e sei a dificuldade que os idosos enfrentam”.

Imagem: Divulgação

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