Negócios em Alta: MS renova parceria para impulsionar 130 mil empresas; 2025 teve recorde de aberturas
Governador Eduardo Riedel participou do lançamento da 3ª edição do "MS Empreende Mais" e reforçou aporte de R$ 16,4 milhões.

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Mato Grosso do Sul vive um “boom” de empreendedorismo e o Governo do Estado quer manter esse ritmo. Nesta segunda-feira (02), durante o evento 3ª edição do MS Empreende Mais, realizado no Sebrae em Campo Grande, foi selada a renovação da parceria que pretende atender mais de 130 mil empresas ao longo de 2026.
O foco central é o fortalecimento dos pequenos negócios, que hoje representam 89% de todos os empreendimentos ativos no estado.
Cidade Empreendedora
O destaque do pacote é o programa Cidade Empreendedora, que leva consultoria e planejamento para dentro das prefeituras, melhorando o ambiente de negócios nos municípios. Para esta terceira etapa, o investimento estadual será de R$ 16,4 milhões.
“O Cidade Empreendedora entra nas prefeituras, orienta e avança em modelos de gestão. O resultado da prosperidade é essa combinação do empresário que assume o risco com um ambiente de negócio favorável gerado pelo Poder Público”, afirmou o governador Eduardo Riedel durante o evento.
Números Recordes
O evento também serviu para apresentar o balanço positivo da economia estadual. Dados da Receita Federal mostram um cenário aquecido:
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2025: Foram abertas 69.387 novas empresas (o maior índice dos últimos 5 anos).
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2026: Apenas nos primeiros 15 dias de janeiro, 3.100 novos CNPJs foram registrados.
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Perfil: 98% dessas novas empresas são pequenos negócios, com destaque massivo para os MEIs.
Claudio Mendonça, superintendente do Sebrae-MS, reforçou que a meta é ambiciosa: “Com certeza vamos atingir mais de 130 mil empresas esse ano. É o resultado de uma parceria que acredita no municipalismo.”
Inovação e Inclusão
Além do apoio técnico, foram assinados convênios focados em Inovação e Sustentabilidade, para modernizar a produção local, e parcerias com a Secretaria de Cidadania para fomentar o empreendedorismo entre mulheres, mães de pessoas com deficiência e comunidades indígenas e quilombolas.
Imagem: Divulgação



