
Na Semana Estadual de Combate ao Feminicídio, o pré-candidato ao Senado pelo PL, Capitão Contar, alerta para o avanço da violência contra a mulher em Mato Grosso do Sul e defende o fortalecimento das políticas de proteção às vítimas.
Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) mostram que as tentativas de feminicídio cresceram 90% no Estado em 2026. Entre janeiro e abril, foram registrados 38 casos, contra 20 no mesmo período do ano passado. Mato Grosso do Sul também segue entre os estados com as maiores taxas de feminicídio do país.
Em nível nacional, quase 80% dos feminicídios são cometidos por companheiros ou ex-companheiros da vítima, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, evidenciando que a violência muitas vezes acontece dentro de relacionamentos marcados pelo controle e pela agressão.
“Os números mostram que essa é uma realidade que precisa ser enfrentada com seriedade. Proteger as mulheres e combater a violência doméstica deve ser uma prioridade permanente do poder público”, afirmou Capitão Contar.
Durante seu mandato como deputado estadual, Contar apresentou projetos voltados à proteção das mulheres, entre eles a criação do Botão do Pânico para garantir socorro imediato às vítimas amparadas por medidas protetivas. Também defendeu iniciativas de assistência e proteção aos órfãos do feminicídio.
“Essa pauta sempre esteve entre as prioridades da minha atuação. Precisamos fortalecer os mecanismos de proteção, ampliar a rede de apoio e garantir que as vítimas tenham acesso à ajuda para interromper o ciclo da violência e evitar desfechos trágicos”, destacou.
Mulheres em situação de violência podem buscar orientação pelo Ligue 180, serviço gratuito que funciona 24 horas por dia. Em casos de emergência, a recomendação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 e procurar a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).



