Costa Rica utiliza “Sensores Biológicos” para mapear e vencer o Aedes aegypti

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O município de Costa Rica deu um salto tecnológico no combate à Dengue, Zika e Chikungunya. Desde o dia 10 de março de 2026, a prefeitura, em parceria com o Governo do Estado, iniciou a implantação do Projeto de Ovitrampas.
A iniciativa, destacada pelo prefeito Delegado Cleverson Alves, substitui o modelo de ações genéricas por um sistema de precisão científica, permitindo que a saúde municipal saiba exatamente onde o mosquito está procriando antes mesmo das pessoas ficarem doentes.
Como funciona a tecnologia das Ovitrampas?
As ovitrampas são armadilhas que funcionam como “sensores” de infestação. Entenda o processo:
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Rede de Monitoramento: Foram instalados 109 pontos de coleta em locais estratégicos de toda a cidade.
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Atração das Fêmeas: Os recipientes simulam o ambiente perfeito para a reprodução, atraindo as fêmeas do mosquito para depositarem seus ovos.
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Mapa de Calor: Periodicamente, os agentes de endemias recolhem as palhetas das armadilhas. A contagem dos ovos gera um “mapa de calor”, indicando quais bairros têm maior circulação do vetor.
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Ação Direcionada: Com esses dados, a Secretaria de Saúde envia equipes de bloqueio e limpeza especificamente para as zonas de alto risco, otimizando recursos e tempo.
Gestão Focada em Resultados
O secretário de Saúde, Daniel Rayckson Lemos Santos, reforça que essa inovação é uma ferramenta indispensável para o planejamento da pasta, mas lembra que a tecnologia não substitui o cuidado doméstico.
“A inovação tecnológica, aliada ao trabalho de campo, é o caminho para manter a cidade segura. O sucesso depende de cada cidadão eliminar os criadouros em casa.” — Prefeito Delegado Cleverson Alves.
Benefícios para a População de Costa Rica
| Pilar | Vantagem Direta |
| Prevenção | Identificação do surto antes dele acontecer. |
| Agilidade | Combate focado nos bairros com maior contagem de ovos. |
| Eficiência | Melhor uso do dinheiro público e das equipes de campo. |
| Segurança | Redução drástica nas chances de epidemias em 2026. |
Imagem: Divulgação



