
Uma conquista importante para os profissionais que atuam nos bastidores da educação básica brasileira acaba de avançar no Congresso Nacional. Foi aprovado o Projeto de Lei nº 2531/2021, de autoria da ex-deputada federal Rose Modesto, que institui o piso salarial nacional para os profissionais técnicos-administrativos da educação básica pública.
A proposta representa um passo importante para a valorização de trabalhadores essenciais para o funcionamento das escolas, como merendeiras, cozinheiras, auxiliares de serviços gerais, assistentes administrativos, técnicos de manutenção, apoio escolar e pedagógico não docente, profissionais que contribuem diariamente para o ambiente escolar e para o desenvolvimento dos estudantes.
Apresentado por Rose Modesto durante seu mandato na Câmara dos Deputados, o projeto busca corrigir uma distorção histórica na educação brasileira, a falta de reconhecimento e de uma política salarial mais justa para os profissionais que atuam fora da sala de aula, mas que são fundamentais para o funcionamento da rede pública de ensino.
Para Rose, a aprovação do projeto representa um avanço na valorização de toda a comunidade escolar.
“A escola funciona graças ao trabalho de muitas mãos. Merendeiras, assistentes administrativos, agentes educacionais, o pessoal da limpeza, manutenção, e tantos outros profissionais fazem parte da base que sustenta a educação pública. Garantir um piso salarial é reconhecer a importância desses trabalhadores e fortalecer a educação no Brasil”, destacou.
Com a aprovação do projeto, a criação de um piso nacional para os técnicos-administrativos da educação básica pode contribuir para reduzir desigualdades salariais entre estados e municípios, além de garantir mais dignidade e segurança para milhares de trabalhadores da educação em todo o país.
Assessoria de Comunicação



