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Alcinópolis: Projeto “Cuidar de Quem Cuida” oferece suporte emocional a mães atípicas

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O município de Alcinópolis conta com uma iniciativa estratégica voltada à saúde mental de mulheres que vivenciam a maternidade atípica. O projeto Mães Atípicas – “Cuidar de Quem Cuida”, idealizado pela psicóloga Adriele Bocalan em parceria com a neuropsicóloga Laísa, busca oferecer acolhimento e fortalecimento emocional para mães de crianças com deficiências, transtornos ou doenças crônicas.

A proposta central é criar uma rede de apoio que rompa o isolamento social e o esgotamento emocional comum a essas cuidadoras. Por meio de encontros mensais, o projeto utiliza rodas de conversa, palestras e dinâmicas para proporcionar um espaço onde as participantes possam expressar medos e frustrações, recebendo orientação técnica e suporte de pares que compartilham realidades semelhantes.

Metodologia e fortalecimento da identidade

A atuação das profissionais Adriele e Laísa foca na “escuta qualificada”, permitindo que a mãe se reconecte com sua identidade além do papel de cuidadora integral. O projeto entende que o cuidado atípico exige um equilíbrio emocional elevado e que, sem o suporte adequado, a saúde da mulher pode ser severamente comprometida.

Os pilares do projeto em Alcinópolis incluem:

  • Fortalecimento Emocional: Estratégias para lidar com o estresse e a carga mental.

  • Identidade e Autocuidado: Incentivo para que a mãe retome seus próprios projetos e bem-estar.

  • Coletividade: Transformação de desafios individuais em experiências compartilhadas.

Impacto na estrutura familiar

Segundo a idealizadora Adriele Bocalan, o projeto visa humanizar o olhar da sociedade para essas mulheres. A premissa é que, ao cuidar da saúde mental da mãe, toda a estrutura familiar é beneficiada, resultando em um ambiente mais leve e em um cuidado mais qualificado para os filhos.

A iniciativa reforça a importância de Alcinópolis como um polo de discussão sobre inclusão e suporte psicossocial, destacando que o acolhimento à mãe é o primeiro passo para o desenvolvimento saudável de famílias atípicas.

Imagem: Divulgação

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