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Lideranças da oposição ao governo federal confirmaram para o próximo dia 1º de março, às 14h, uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato, que vem sendo amplamente divulgado nas redes sociais, tem como principais alvos o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
A mobilização é fundamentada em críticas a recentes escândalos e suspeitas de irregularidades que, segundo os organizadores, exigem uma resposta enérgica da população.
Foco nas Denúncias e na CPMI
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) tem sido um dos principais porta-vozes do evento. Em vídeos publicados na internet, o parlamentar questiona a inércia diante de casos como as suspeitas envolvendo o Banco Master e contratos de pessoas próximas a membros do governo e do Judiciário.
“Qual escândalo precisa acontecer para que você diga chega?”, questionou Nikolas, criticando também o presidente do Congresso, Rodrigo Alcolumbre, por não instalar uma CPMI para investigar o caso.
“Teste de Reação Popular”
Para o deputado Gustavo Gayer (PL-GO), o dia 1º de março será decisivo para medir o engajamento da direita brasileira em 2026. Gayer elencou o que chamou de “sucessão de escândalos”, citando órgãos como INSS, IBGE, Correios e o próprio Banco Master.
“É hora de mostrar que não só acordamos, como também estamos dispostos a lutar”, afirmou Gayer, acusando a Suprema Corte de “destruir a democracia”.
Pautas do Protesto:
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Investigação Bancária: Cobrança pela instalação da CPMI do Banco Master.
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Judiciário: Críticas diretas às decisões dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
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Gestão Federal: Protesto contra denúncias de corrupção em ministérios e autarquias (INSS e Correios).
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Impunidade: Apelo pelo fim de supostos privilégios e conflitos de interesse no poder.
Imagem: Divulgação



